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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Estudos indicam que diabéticos sentem menos compaixão.




Sabe quando dizemos ' fulaninha é um doce de pessoa! ' ? Pois é, podemos considerar que o 'doce' tem realmente lógica quando queremos adjetivar alguém pela sua simpatia.

É que pesquisadores americanos e noruegueses estudaram a relação entre a capacidade de metabolizar(degradar para uso celular) glicose com a capacidade de perdoar ofensas. Para isso, foram aplicados quatro testes em pacientes diabéticos e normais para o consumo orgânico da glicose. Na conclusão da pesquisa, constatou-se que os portadores de diabetes mellitus tipo 2 possuiam uma maior dificuldade em sentir compaixão e de praticar o perdão.
A diabetes é uma doença metabólica que manifesta-se de diferentes formas, dependendo do seu tipo, podendo ser: diabetes mellitus tipo I, diabetes mellitos tipo II e diabetes insipidus. Como regra geral, a doença é a incapacidade do organismo de degradar adequadamente a glicose consumida, quase sempre por fatores hormonais. Com isso, a glicose acumula-se no sangue afetando todos os sistemas e causando múltiplas complicações para a saúde.

MAS ATENÇÃO!!!

Se você conhece algum diabético não julgue sua capacidade de perdoar e de sentir compaixão! Valores e personalidade com certeza contam mais!!!





FONTE:  Revista Super Interessante

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Pesquisadores conseguem eliminar células infectadas com HIV sem comprometer as saudáveis.


Pesquisadores israelenses da Universidade Hebraica de Jerusalém criaram um tratamento a base de peptídeos, que compõe os aminoácidos, para causar a autodestruição das células infectadas com HIV.

Podemos entender a importância dessa descoberta quando lembramos que o grande desafio na busca da cura da AIDS é a destruição dos vírus e dos linfócitos nos quais servem como hospedeiros dele. Além da superação desse obstáculo, o estudo permitiu a não reincidencia desses vírus, ao contrário dos tratamentos propostos anteriormente.



Entenda o mecanismo do vírus no vídeo acima.




FONTE: folhaonline.com

As enzimas e suas múltiplas funções




Quando falamos em enzimas pensamos logo em digestão..mas será só essa a sua função e importância para os seres humanos e os diversos organismos existentes? NÃO!!

As enzimas são uma espécie de carta coringa para organismo, sendo responsável por diversos mecanismos e desencadeamentos nos diversos processos para a perfeita harmonia do corpo. Não caberia aqui detalhar todas as funções de todos os tipos enzimáticos, mas existem alguns processos que queríamos destacar.

Nas análises clínicas, po exemplo, por meio da coleta do sangue é retirado o soro; sendo feitos, a partir dele, diagnósticos como glicose, colesterol, triglicerídeos, taxas de linfócitos etc; além de exames de detecção enzimática. Existem anticorpos especificos que vão contra alguns antígenos protéicos, que acoplam-se às enzimas, possibilitando a detecção de doenças, como é o caso do exame ELISA, feito para identificar antígenos do HIV, vírus causador da AIDS.

Os exames terapêuticos que se utilizam das enzimas são realizados para diversos fins. Por exemplo: após um enfarte é coletado o soro contido no sangue, nele são identificadas enzimas que foram liberadas durante a sua ocorrência; a partir desse exame podemos saber quando o ataque ocorreu e se o tratamento pode ser ou não eficaz. Ou seja, após dois ou três dias do ataque, é possível detectar o aumento de concentração plasmática de creatina fosfocinese (CPK), de lactato desidrogenase (LDH) e de a-hidroxibutirico desidrogenase (HBDH), que por agirem de forma lenta, permanecerão com a concentração elevada por mais tempo. 


terça-feira, 10 de agosto de 2010

Vaca louca?



Todos nós sabemos que a doença da vaca louca é contagiosa, mas..que tipo de microorganismo você acha que é responsável pela doença?

A) Bactérias
B) Vírus
C) Fungos
D) A vaca nasce doida e pronto! ¬¬

Nada disso, não é a letra D nem qualquer outra alternativa. A encefalopatia espongiforme bovina (hã?) é causada por um proteína, isso mesmo! Uma PROTEÍNA! Mas..como assim uma proteína contagiosa?



A doença é causada por uma estrutura protéica menor que um vírus: o príon, derivada de pri on do inglês proteinaceous infectious particle (partícula protéica infecciosa).
O príon não é considerado uma forma de vida, apesar de ter a capacidade de se replicar rapidamente. Ele age alterando a estrutura espacial das proteínas normais, levando a formação de substâncias danosas ao organismo. No estágio final da doença o cérebro passa a ter como característica um aspecto esponjoso.
Na teoria mais aceita atualmente, existe uma forma natural de príon no nosso organismo que não causa doença alguma, o PrPc. Quando a forma patogênica é ingerida, a PrPsc, e atinge o sistema nervoso; a PrPsc interage com a PrPc, transformando-a em PrPsc. Causando a doença.
No animal, o período de incubação é de 5 anos, quando torna-se sintomática a doença mata entre o período de 1 a 14 semanas (!!!). Tendo como sintomas: perda de peso, diminuição da produção de leite, agressividade (daí o nome), entre outros. Por também ser uma doença neurodegenerativa, também possui sintomas muito semelhantes à raiva.


Felizmente podemos ficar tranquilos. Segundo a ANVISA, o Brasil está na zona livre da doença. Ao contrário de Portugal e do Reino Unido em que a incidencia ainda é alta :s






FONTES: A síndrome da vaca louca e as doenças do príon (Artigo escrito pelo promotor da infância e juventude e médico veterinário Eduardo Roberto Alcântara Del-Campo).
http://www.anvisa.gov.br/vacalouca